Arquivo de janeiro de 2018

PROMESSA DE CAMPANHA -Greca inaugura Restaurante Popular do Capanema


Postado em 15/jan/2018 - Sem Comentários


O prefeito Rafael Greca inaugura, na próxima quinta-feira, 18, o Restaurante Popular do Capanema, em Curitiba. O espaço, criado na primeira gestão de Greca, fornecerá, inicialmente, 500 refeições por dia. Nesta segunda-feira, 15, o local começa a receber o mobiliário da praça de alimentação, que ganhará um grande painel com elementos típicos de Curitiba.

“O Restaurante Popular do Capanema retorna, nesta semana, para atender a uma solicitação da população do entorno e, ao mesmo tempo, garantir o direito ao acesso universal à alimentação”, disse o prefeito Rafael Greca.

A obra, sob o viaduto do Capanema e próxima à rodoferroviária, recebeu R$ 1,3 milhão de investimento e é uma medida compensatória socioambiental pela implantação do estacionamento subterrâneo, na Avenida Presidente Affonso Camargo, pelo consórcio ETM (formado pelas empresas Estapar, Tucumann e J. Mallucelli).

Estrutura – O novo restaurante popular terá bilheteria, praça de alimentação, espaço de recebimento e manipulação das refeições, área de higienização de utensílios, banheiros, vestiários e salas de apoio. Na parte externa do local, de frente para a Avenida Affonso Camargo, estará o espaço de atendimento da Fundação de Ação Social (FAS). No espaço oposto, de quem desce pela Rua Ubaldino do Amaral, estará o posto da Guarda Municipal.

O restaurante será administrado pela Ozzi Tecnologia em Alimentos, que venceu uma licitação realizada no ano passado e que já é responsável pela unidade do Pinheirinho, uma das quatro que hoje integram a rede de restaurantes populares da Prefeitura. Gusi ressalta ainda que os alimentos chegarão ao local prontos para serem servidos, atendendo às normas da Vigilância Sanitária.

Não haverá cozinha, mas uma área para recebimento das refeições e inspeção pelas nutricionistas da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Smab), que também será responsável pelo espaço. Para garantir a integridade nutricional e sanitária, os alimentos serão preparados no restaurante do Pinheirinho e transportados, diariamente, em caixas térmicas para a unidade do Capanema.

Pioneirismo – Inaugurado em novembro de 1993, na primeira gestão de Rafael Greca como prefeito, o restaurante popular sob o Viaduto do Capanema conquistou o Brasil pela proposta pioneira de oferecer refeições de qualidade, na época a R$ 1. A construção foi fechada no começo de 2000. De lá para cá, o imóvel estava sendo usado como abrigo por pessoas em situação de risco social e usuários de drogas.

O padrão da alimentação no novo restaurante do Capanema será o mesmo das demais unidades da Prefeitura, com refeições balanceadas e de qualidade. Os locais têm como missão garantir uma alimentação saudável a preços mais baixos. Diariamente, 4,2 mil pessoas são atendidas e pagam R$ 2 por refeição (incluindo sobremesa). Todos os dias o menu muda, mas é o mesmo em todas as unidades. Os restaurantes ficam abertos para almoço de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h.

BOCÃO CONTINUA ATRÁS DAS GRADES- STJ nega pedido de André Vargas para parcelar multa e progredir de regime


Postado em 15/jan/2018 - Sem Comentários


A presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministra Laurita Vaz, negou pedido de liminar do ex-deputado federal André Vargas no qual pretendia parcelar a multa imposta em sua condenação na operação “lava jato” e, consequentemente, progredir para o regime semiaberto.

De acordo com a ministra, não há ilegalidade ou teratologia na decisão do Tribunal de Justiça do Paraná que determinou que o juízo da execução penal estadual decida sobre o parcelamento.

O juízo estadual havia declinado da competência, e posteriormente o TJ-PR entendeu que não cabia à Justiça Federal apreciar o caso, declarando competente a 2ª Vara de Execuções Penais de Curitiba.

Vargas foi condenado em setembro de 2015 a 14 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A sentença estabeleceu o pagamento de multa de R$ 1,1 milhão como requisito para a progressão do regime.

Na mesma ação penal, o empresário Ricardo Hoffman foi condenado solidariamente ao pagamento da multa, entre outras sanções. Após Hoffman depositar em juízo R$ 957 mil, o ex-parlamentar solicitou o parcelamento do valor remanescente (R$ 146 mil) em 30 parcelas de R$ 4.893,54, juntamente com o pedido de progressão para o semiaberto.

No STJ, a defesa pleiteou o reconhecimento do direito ao parcelamento e, por consequência, ao regime semiaberto, já que o ex-parlamentar teria cumprido os demais pré-requisitos para o benefício. A defesa não questionou o entendimento do TJ-PR sobre a competência do juízo estadual, mas afirmou que a decisão quanto ao seu pedido está demorando e, por isso, pediu que o próprio STJ autorize o parcelamento.

Porém, o pedido foi negado pela ministra Lauria Vaz, pois não há ilegalidade na decisão que justifique a concessão da liminar. A observou que o exame, diretamente no STJ, de matéria ainda não analisada pelas instâncias de origem “implicaria vedada supressão de instância”.

Para corroborar o entendimento do tribunal paranaense, Laurita Vaz citou ainda a Súmula 192. De acordo com o enunciado, nos casos de sentenciados pela Justiça Federal recolhidos a estabelecimentos sujeitos à administração penitenciária estadual, compete ao juízo das execuções penais do estado a análise das questões relacionadas à progressão de regime.

Após parecer do Ministério Público Federal, o mérito do habeas corpus será julgado no STJ pela 5ª Turma, sob a relatoria do ministro Felix Fischer. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

HC 432.225

EM FIM DE CARREIRA BOQUIRROTO GOSTA DE ESTRELISMO : Requião usa Twitter para alfinetar colega no Senado


Postado em 15/jan/2018 - Sem Comentários


O senador Roberto Requião (PMDB-PR) usou o twitter para criticar seu colega de Senado Álvaro Dias, pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos na eleição deste ano. Usando uma foto de Álvaro na campanha de 2014, em que o senador segurava seu cão bichon frisé, Requião escreveu: “Álvaro Dias faz postagem ridícula e põe um um gaúcho tipo bichon frisé para falar por ele. Sossega Álvaro, posso dizer no plenário, com vc presente, algumas coisas que sei a seu respeito?”

Na sequência, em outro post, Requião voltou a usar a foto: “Meu amigo Álvaro Dias, candidato à Presidência da República, tendo ao colo seu provável vice-presidente?”

Aliados
Requião e Álvaro já estiveram no mesmo lado da política paranaense. Requião foi secretário de estado em dois anos do governo de Álvaro Dias (1988-1990). Dali saiu candidato a governador com o apoio de Dias, sendo eleito para seu primeiro mandato. Doze anos depois, os dois disputariam o Palácio Iguaçu, com vitória do peemedebista no segundo turno. Desde então, os antigos aliados seguiram lados opostos, com Álvaro na oposição aos governos petistas e Requião sendo um aliado problemático de Lula e Dilma Rousseff no Paraná.

Carlos Amastha assume Frente Nacional de Prefeitos


Postado em 15/jan/2018 - Sem Comentários


O prefeito de Tocantins, Carlos Amastha, foi empossado presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) nessa semana em Brasília. A solenidade na sede da FNP contou com a presença de ministros, políticos, empresários. Entre os presentes estavam o ministro da Saúde Ricardo Barros, o senador Álvaro Dias e os presidentes nacionais do PSB Carlos Siqueira e do PTB Roberto Jefferson.

SPA DE JOESLEY FOI A PRISÃO – 12 kilos a menos


Postado em 15/jan/2018 - Sem Comentários


Desde que foi preso, Joesley perdeu 12 quilos.Os interlocutores que vão visitar Joesley Batista na cadeia estão surpresos com a perda de peso do dono da JBS. Desde que foi engaiolado, Joesley eliminou pelo menos 12 quilos. As informações são de Maurício Lima na Veja.
(FOTO -DM)

Alô, alô Gilmar, eu tô em cana, vem me soltar


Postado em 15/jan/2018 - Sem Comentários


O ministro Gilmar Mendes, do STF, foi “homenageado” em pelo menos três novas marchinhas. Kelly, que é autor de clássicos como “Cabeleira do Zezé” e “Mulata Iê-Iê_Iê”, lançou “Alô, Alô Gilmar” ( “Alô, alô Gilmar/eu to em cana,/vem me soltar…). Já os Marcheiros saíram com “Gilmar Soltou A franga” (“Gilmar soltou/Soltou a franga/Largou a “tonga”/E agora só anda de tanga…).

O grupo Orquestra Royal também vai repetir o tema com “A Dancinha da Tornozeleira” (Começou o carnaval do Gilmar/Liberou a brincadeira/Quero ver quem vai dançar/A dancinha da tornozeleira…).
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AMANTE ENGANADA PELA INTERNET-


Postado em 15/jan/2018 - Sem Comentários


Gleisi se confunde e vê apoio a Lula até em homenagem a torcedor de futebol italiano.
A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), divulgou em seu Twitter neste sábado (13) que a torcida do clube alemão Bayern de Munique levou ao estádio uma faixa que dizia que dizia “Forza Lula”, que mostraria apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas, na verdade, a mensagem traz os dizeres “Forza Luca”, e faz referência ao torcedor italiano Luca Farnesi, que foi vítima de uma briga entre torcidas em seu país. As infiormações são de Olavo Borges no blog “A Protagonista” na Gazeta do Povo,

“SHOW DE TORCIDA!! Um apaixonado por futebol como @LulapeloBrasil merece mesmo o carinho e a homenagem de torcedores no mundo todo. Recebi esta imagem, que mostra uma faixa ‘FORZA LULA’ na torcida do Bayern de Munique, ontem, na partida contra o Bayer Leverkusen, pela Liga Alemã”, escreveu a parlamentar. Gleisi, posteriormente, excluiu o post.

As homenagens a Luca Farnesi se tornaram comuns em diferentes estádios da Europa desde que o torcedor entrou em coma após um confronto no dia 5 de novembro do ano passado.

Não sou racista, minha obra prova


Postado em 15/jan/2018 - Sem Comentários


William Waack-
Se os rapazes que roubaram a imagem da Globo e a vazaram na internet tivessem me abordado, naquela noite de 8 de novembro de 2016, eu teria dito a eles a mesma coisa que direi agora: “Aquilo foi uma piada —idiota, como disse meu amigo Gil Moura—, sem a menor intenção racista, dita em tom de brincadeira, num momento particular. Desculpem-me pela ofensa; não era minha intenção ofender qualquer pessoa, e aqui estendo sinceramente minha mão.”

Sim, existe racismo no Brasil, ao contrário do que alguns pretendem. Sim, em razão da cor da pele, pessoas sofrem discriminações, têm menos oportunidades, são maltratadas e têm de suportar humilhações e perseguições.

Durante toda a minha vida, combati intolerância de qualquer tipo —racial, inclusive—, e minha vida profissional e pessoal é prova eloquente disso. Autorizado por ela, faço aqui uso das palavras da jornalista Glória Maria, que foi bastante perseguida por intolerantes em redes sociais por ter dito em público: “Convivi com o William a vida inteira, e ele não é racista. Aquilo foi piada de português.”

Não digo quais são meus amigos negros, pois não separo amigos segundo a cor da pele. Assim como não vou dizer quais são meus amigos judeus, ou católicos, ou muçulmanos. Igualmente não os distingo segundo a religião —ou pelo que dizem sobre política.

O episódio que me envolve é a expressão de um fenômeno mais abrangente. Em todo o mundo, na era da revolução digital, as empresas da chamada “mídia tradicional” são permanentemente desafiadas por grupos organizados no interior das redes sociais.

Estes se mobilizam para contestar o papel até então inquestionável dos grupos de comunicação: guardiães dos “fatos objetivos”, da “verdade dos fatos” (a expressão vem do termo em inglês “gatekeepers”). Na verdade, é a credibilidade desses guardiães que está sob crescente suspeita.

Entender esse fenômeno parece estar além da capacidade de empresas da dita “mídia tradicional”. Julgam que ceder à gritaria dos grupos organizados ajuda a proteger a própria imagem institucional, ignorando que obtêm o resultado inverso (o interesse comercial inerente a essa preocupação me parece legítimo).

Por falta de visão estratégica ou covardia, ou ambas, tornam-se reféns das redes mobilizadas, parte delas alinhada com o que “donos” de outras agendas políticas definem como “correto”.

Perversamente, acabam contribuindo para a consolidação da percepção de que atores importantes da “mídia tradicional” se tornaram perpetuadores da miséria e da ignorância no país, pois, assim, obteriam vantagens empresariais.

Abraçados a seu deplorável equívoco, esquecem ainda que a imensa maioria dos brasileiros está cansada do radicalismo obtuso e primitivo que hoje é característica inegável do ambiente virtual.

Por ter vivido e trabalhado durante 21 anos fora do Brasil, gosto de afirmar que não conheço outro povo tão irreverente e brincalhão como o brasileiro. É essa parte do nosso caráter nacional que os canalhas do linchamento —nas palavras, nesta Folha, do filósofo Luiz Felipe Pondé— querem nos tirar.

Prostrar-se diante deles significa não só desperdiçar uma oportunidade de elevar o nível de educação política e do debate, mas, pior ainda, contribui para exacerbar o clima de intolerância e cerceamento às liberdades –nas palavras, a quem tanto agradeço, da ministra Cármen Lúcia, em aula na PUC de Belo Horizonte, ao se referir ao episódio.

Aproveito para agradecer o imenso apoio que recebi de muitas pessoas que, mesmo bravas com a piada que fiz, entenderam que disso apenas se tratava, não de uma manifestação racista.

Admito, sim, que piadas podem ser a manifestação irrefletida de um histórico de discriminação e exclusão. Mas constitui um erro grave tomar um gracejo circunstanciado, ainda que infeliz, como expressão de um pensamento.

Até porque não se poderia tomar um pensamento verdadeiramente racista como uma piada.

Termino com um saber consagrado: um homem se conhece por sua obra, assim como se conhece a árvore por seu fruto. Tenho 48 anos de profissão. Não haverá gritaria organizada e oportunismo covarde capazes de mudar essa história: não sou racista. Tenho como prova a minha obra, os meus frutos. Eles são a minha verdade e a verdade do que produzi até aqui.

William Waack, 65, é jornalista profissional desde os 17; trabalhou em algumas das principais redações do país e foi correspondente internacional por 21 anos na Europa e Estados Unidos

(foto: arquivo/google)

PDT AINDA SONHA COM OSMAR AO GOVERNO E O APOIO DE ALVARO.


Postado em 15/jan/2018 - Sem Comentários


Tem água para rolar, diz Lupi sobre acerto Osmar/Álvaro.
Osmar Dias segue pré-candidato ao governo do estado pelo PDT. A definição sobre o apoio ao irmão Álvaro Dias (Pode) fica mais pra frente. A reunião entre Osmar e o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, seguiu, portanto, uma regra de ouro da política: não tem consenso, postergue a decisão.”Como se diz, ainda tem muita água para rolar para debaixo da ponte. Vamos discutir o assunto no momento oportuno. Nosso desejo é que ele seja candidato pelo PDT ao governo do Paraná”, disse Lupi.
Guilherme Voitch, Veja-
(foto: arquivo/google)

Em Maringá: “Lula na cadeia!”


Postado em 15/jan/2018 - Sem Comentários


No ûltimo sábado (13), em Maringá, o ato convocado por Requião e Gleisi em favor de Lula saiu pela culatra. Enquanto os dois senadores reunia uns gatos pingados, a maioria militante, na Câmara de Vereadores, mais de 5 mil pessoas bradavam “Lula na cadeia!” na manifestação na Praça da Catedral.

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